
Através das montanhas em camadas, todas as coisas respiravam enquanto os espíritos lentamente se condensavam em formas; formas e almas emergiam pela primeira vez no vento vivo. O orvalho da manhã refletia um brilho pálido, a luz roçando suavemente o corpo. Tons de jade se espalhavam e fluíam, como se embalassem as primeiras gotas da aurora, despertando com a luz primordial. Nesse intervalo nebuloso, os espíritos circulavam. Num momento de semi-sonho, a criação despertou.