
Toda a beleza do mundo era como o orvalho da manhã, pura e luminosa, mas raramente durava até o meio-dia. Peixes e animais saltavam de alegria matinal, apenas para terminar em gritos errantes. No alto da copa da floresta, um pássaro branco solitário observava silenciosamente todas as chegadas e todas as partidas, seu coração como um poço antigo e profundo, imperturbável pelas ondulações.