
As estruturas de bambu se erguiam novamente, imponentes, enquanto a seda recuperava seu esplendor. Onde quer que suas mãos tocassem, uma lanterna de flores ganhava vida. A menina parou, maravilhada — outrora, ela havia ficado pendurada sob o beiral de uma pequena loja na entrada do beco, seu brilho quente como seda drapeada sobre a estrada de pedra azul, guiando-a para casa repetidas vezes.