
Ela pisou em folhas espalhadas como ouro quebrado e entrou no salão das árvores gigantes. Copas imponentes formavam um teto abobadado, bloqueando tanto a poeira quanto a luz do dia. Nesse reino desolado e ancestral, além do mundo, ela se sentia tão pequena quanto grãos de poeira. A inspiração que ela perseguira com tanta intensidade estava prestes a se transformar em poesia ao vento.