
Correntes precipitam-se em direção aos rios e mares, mergulhando na imensidão sem limites; asas de borboletas libertam-se dos casulos de seda, transformando-se numa nova e brilhante vida. Talvez tudo o que passou seja apenas um prólogo. A morte não é um momento solitário de fim, mas um instante solene onde a vida atinge a plenitude.
