
A vida humana era como rios na terra, correndo em direção ao mar. Jade, por sua vez, perdurava, como estrelas suspensas nos céus, silenciosa e distante em sua iluminação. O calor das vielas iluminadas por lanternas, dos encontros e despedidas, do riso e das lágrimas — embora pudessem comprimir a eternidade em um único instante — permanecia para Ela como flores vistas através da névoa, para sempre observadas do além.