
O tempo fluiu, banhando colinas e relva. As asas brancas bateram mais uma vez com graça altiva. Quando o momento predestinado chegou, o pássaro branco não mais se demorou na quietude da floresta. Abriu as asas, cavalgou o vento, cruzou picos estratificados e voou em direção à Cidade da Luz, onde a jovem morava.