
Cavalgando apenas o vento residual, jamais conheceu a alegria de tocar as folhas. Refletida em corredores vazios, nada conhecia das vistas além de abismos e vazios. Pisando por muito tempo poeira e lama, jamais conheceu a emoção de perseguir a luz ou a lua. Apenas a alma de jade permaneceu aprisionada, seu brilho enterrado profundamente, suportando a erosão do tempo, passando seus anos restantes em tormento.