
Um pequeno barco flutuava sobre as águas enevoadas, seus pensamentos turvos de deleite. O rangido do remo desapareceu enquanto a mente da artista se distanciava, até que ela vislumbrou, além das telas de cristal em um palácio de vidro, uma beleza incomparável. Pérolas caíram, carpas saltaram da água, interrompendo o sonho que havia tomado conta do barco. Ela acordou, olhando ao redor. De alguma forma, havia flutuado até o coração do lago.