
Os jovens cuidam dos campos, as crianças ouvem atentamente suas leituras e os mais velhos sentam-se tranquilos, falando de um ano farto. As portas estão abertas, os celeiros estão cheios, os campos vibram com vida e as estradas fluem livremente — as pessoas vêm e vão com naturalidade, sem precisar perguntar a quem vem do leste ou do oeste.