
Um vendedor ambulante encostava-se no balcão, leque na mão, sorrindo enquanto criancinhas brincavam a seus pés. Debaixo de uma janela, uma bordadeira sentava-se com fios luminosos escorrendo por entre os dedos. Em outro lugar, um contador de histórias batia suavemente o badalo, enchendo a casa de chá de ouvintes. Era uma agitação inegavelmente mortal, mas permeada por um traço persistente do reino dos Cromafaces.