
O mercado vibrante do presente lembrava muito uma cidade fronteiriça de tempos antigos. Todos os anos, durante o Festival da Nova Floração, dez mil lanternas brilhavam como a luz do dia, refletidas em um único par de olhos. Ela caminhava por aquelas ruas em meio a tambores e fogos de artifício, passando por portas cobertas de recortes de papel festivos. Risos ecoavam, alheios ao fato de que tudo tem um fim e que os bons tempos não duram para sempre.