
O clamor da floresta se dissipa de seus ouvidos, e as vozes de todas as coisas caem em sua palma, transformando-se em pérolas lustrosas, flores silvestres molhadas pelo orvalho da manhã ou riachos da montanha fluindo para trás, para dentro de uma garrafa. A menina ergue os olhos; o vento leva embora as vozes antigas, e uma história começa a ondular.

Ecos persistentes
