
Enquanto a sombra da lua finge dormir atrás da copa das árvores, o vento vespertino deixa cair seus véus. Pássaros oferecem gemas de suas gargantas, e mariposas-de-tricô esvoaçam com fios de prata. Ela entreabre os lábios, mas não há necessidade de cantar — a voz coletiva da floresta irrompe ao seu encontro, reivindicando-a como seu centro silencioso.
